O relato de blitz nas redes sociais ganha um aliado inesperadado, o Ministério Público Federal.
O MPF vai de encontro ao pedido da AGU e diz que o pedido fere a liberdade de expressão. Bem, se liberdade de expressão é sinônimo de ferir leis de trânsito, atrapalhar o trabalho das autoridades ou colocar a vida de terceiros em risco com a prática irresponsável de replicar blitz nas redes sociais o MPF está "certo".
É de lamentar que um órgão que deveria prezar pela segurança pública e combater a prática criminosa que se instalou nas redes sociais possa ser a favor de algo tão ridículo. Talvez os nobres promotores não foram e nem tiveram parentes vítimas de um motorista embriagado ou de um bandido em fuga.
Sendo bem sincero o relato de blitz nas redes sociais é algo imoral e a desculpa de que a proibição do ato fere a liberdade de expressão é desculpa para falta de caráter. Quem comete tal ato quando questionado também usa outras desculpas esdrúxulas com por exemplo: "bandido não usa redes sociais " , "não é crime", "estamos lutando contra a indústria da multa", entre outras.
Na nossa humilde opinião quem faz isso não está nem um pouco afim de prestar serviço de utilidade pública ele está unicamente afim de ganhar mais seguidores, ser popular, aparecer!
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