Em outubro, todos os municípios brasileiros escolhem seus novos prefeitos. Além de saúde, educação e segurança, também é importante ficar atento às propostas sobre o tratamento que deve ser dado ao lixo.
O Brasil recicla pouco. Segundo matéria publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, Porto Alegre é a cidade brasileira que mais recicla: para cada habitante, são reciclados 1,3 quilo de lixo por mês. Mas ainda é insuficiente. Na Suécia, referência mundial em coleta seletiva, são 12,4 quilos por mês para cada habitante – o que significa que 25% do lixo produzido é reaproveitado.
Para reverter esse quadro, os governos municipais devem fazer investimentos na área, construindo centrais de triagem (em que o lixo reciclável é separado do lixo comum) e fiscalizando grandes produtores de lixo, como indústrias, para impedir que lancem os detritos em rios e locais impróprios. Campanhas para reduzir o consumo de sacolas plásticas e para incentivar o descarte correto do lixo eletrônico também são bem-vindas. Outra questão é o fato de que os programas não devem focar somente o destino final dos resíduos, já que o lixo que fica espalhado pelas ruas pode causar enchentes, afetando a rotina de todos.
Para ilustrar algumas ações nessa área, uma solução interessante foi a do governo da Espanha: em Majadahonda, localidade de Madri, foi implantado um sistema revolucionário de coleta. As lixeiras são ligadas a um sistema de tubulação que usa uma forte corrente de ar para levar os dejetos até uma central. Desta forma, os moradores podem colocar o lixo fora de casa na hora que quiserem, sem que ele se acumule nas vias públicas.
Quais alternativas deveriam ser implantadas pelos municípios brasileiros para lidar com o problema do lixo? Deixe sua opinião nos comentários.
O Brasil recicla pouco. Segundo matéria publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, Porto Alegre é a cidade brasileira que mais recicla: para cada habitante, são reciclados 1,3 quilo de lixo por mês. Mas ainda é insuficiente. Na Suécia, referência mundial em coleta seletiva, são 12,4 quilos por mês para cada habitante – o que significa que 25% do lixo produzido é reaproveitado.
Para reverter esse quadro, os governos municipais devem fazer investimentos na área, construindo centrais de triagem (em que o lixo reciclável é separado do lixo comum) e fiscalizando grandes produtores de lixo, como indústrias, para impedir que lancem os detritos em rios e locais impróprios. Campanhas para reduzir o consumo de sacolas plásticas e para incentivar o descarte correto do lixo eletrônico também são bem-vindas. Outra questão é o fato de que os programas não devem focar somente o destino final dos resíduos, já que o lixo que fica espalhado pelas ruas pode causar enchentes, afetando a rotina de todos.
Para ilustrar algumas ações nessa área, uma solução interessante foi a do governo da Espanha: em Majadahonda, localidade de Madri, foi implantado um sistema revolucionário de coleta. As lixeiras são ligadas a um sistema de tubulação que usa uma forte corrente de ar para levar os dejetos até uma central. Desta forma, os moradores podem colocar o lixo fora de casa na hora que quiserem, sem que ele se acumule nas vias públicas.
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