Cientistas da Universidade de Massachusetts descobriram que o problema está nos maus hábitos.
Em busca de uma resposta para o alto índice de acidentes de trânsito envolvendo idosos, cientistas da Universidade de Massachusetts Amherst, nos Estados Unidos, descobriram que, diferentemente do que se pensa, a maior causa não está relacionada a um problema cognitivo ou de coordenação motora.
O que leva, então, idosos a se acidentarem tanto nas ruas, principalmente em cruzamentos?
Durante sua pesquisa, Alexander Pollatsek descobriu que o problema é de “software, não de hardware”. Explicamos: acidentes de trânsito normalmente são causados principalmente por desatenção ou maneirismos adquiridos com o tempo. Grande parte dos acidentes não está relacionado à debilitação física ou cognitiva. Não é um problema no corpo ou no cérebro do idoso. É simplesmente um mau hábito que o cérebro desenvolve ao dirigir por muito tempo.
Motoristas idosos observam menos as áreas de perigo do que seria recomendado. A prática de se dirigir, com o tempo, torna-se rotineira e passamos a dar menos atenção a situações perigosas, como intersecções e cruzamentos.
Usando simuladores, Pollatsek criou um programa educativo para eliminar os maus hábitos, que deu grande resultado simplesmente por mostrar aos idosos participantes onde esses erravam e o que deveriam fazer para corrigirem seu comportamento ao volante. Em uma avaliação feita 20 meses depois, os efeitos do programa se mantiveram e os maus hábitos foram eliminados.
Portanto, preste mais atenção ao dirigir. E não apenas no que você está fazendo ao volante, mas também zele pelos outros! Você acredita que um programa educativo entre os idosos ajudaria diminuir os acidentes?
Em busca de uma resposta para o alto índice de acidentes de trânsito envolvendo idosos, cientistas da Universidade de Massachusetts Amherst, nos Estados Unidos, descobriram que, diferentemente do que se pensa, a maior causa não está relacionada a um problema cognitivo ou de coordenação motora.
O que leva, então, idosos a se acidentarem tanto nas ruas, principalmente em cruzamentos?
Durante sua pesquisa, Alexander Pollatsek descobriu que o problema é de “software, não de hardware”. Explicamos: acidentes de trânsito normalmente são causados principalmente por desatenção ou maneirismos adquiridos com o tempo. Grande parte dos acidentes não está relacionado à debilitação física ou cognitiva. Não é um problema no corpo ou no cérebro do idoso. É simplesmente um mau hábito que o cérebro desenvolve ao dirigir por muito tempo.
Motoristas idosos observam menos as áreas de perigo do que seria recomendado. A prática de se dirigir, com o tempo, torna-se rotineira e passamos a dar menos atenção a situações perigosas, como intersecções e cruzamentos.
Usando simuladores, Pollatsek criou um programa educativo para eliminar os maus hábitos, que deu grande resultado simplesmente por mostrar aos idosos participantes onde esses erravam e o que deveriam fazer para corrigirem seu comportamento ao volante. Em uma avaliação feita 20 meses depois, os efeitos do programa se mantiveram e os maus hábitos foram eliminados.
Portanto, preste mais atenção ao dirigir. E não apenas no que você está fazendo ao volante, mas também zele pelos outros! Você acredita que um programa educativo entre os idosos ajudaria diminuir os acidentes?
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