| Vítima de acidente na banca de conciliação |
O Tribunal de Justiça do RN (TJ/RN) deu início na manhã de hoje ao Mutirão do Seguro DPVAT, que é destinado a vítimas de acidentes de trânsito com sequelas. A ação é desenvolvida por três juízes e acontece na Escola de Artes, Centro de Mossoró.
No total, são 256 processos pautados para audiências conciliatórias. A juíza Carla Portela, coordenadora da Região Oeste do Centro de Mediação e Conciliação, disse que, nos últimos mutirões, uma média de 70% dos processos são encerrados por meio de acordo.
"A expectativa é de que mais ações sejam concluídas através de consenso, já que a seguradora selecionou apenas os processos aptos para conciliação. As causas só não serão resolvidas se as partes requerentes não optarem pelo acordo", declarou.
De acordo com a juíza, as vítimas com processos judicializados são submetidas à nova perícia, realizada por médicos credenciados pelo TJ/RN. "Nas bancas de conciliação, as vítimas, acompanhadas dos respectivos advogados, recebem uma proposta de composição amigável, que, caso aceita, é homologada com prazo para pagamento", disse. Ela completa que a decisão é oficializada hoje, mas com entrega de alvará prevista, para 31 de outubro, permitindo o recebimento do DPVAT.
Diminuir o número de processos e responder mais rapidamente aos autores das ações são os objetivos do tribunal. Nerion Jales esteve, na Escola de Artes, pela manhã. Há 1 ano e 4 meses, aconteceu uma batida entre motos que o deixou com uma das pernas debilitada. Ele possui placas e parafusos na perna esquerda e foi ao mutirão para que a causa fosse resolvida com agilidade, evitando, assim, um maior tempo de espera. "Estarei avaliando a proposta. Quando a decisão sai logo, é melhor", declarou.
O Centro de Mediação trabalha conciliando partes envolvidas em processos relativos a causas familiares, seguros obrigatórios, entre outros tipos. O Tribunal do Estado também implementou o projeto "Justiça na Praça", que realiza casamentos coletivos e facilita a emissão de documentos.
No total, são 256 processos pautados para audiências conciliatórias. A juíza Carla Portela, coordenadora da Região Oeste do Centro de Mediação e Conciliação, disse que, nos últimos mutirões, uma média de 70% dos processos são encerrados por meio de acordo.
"A expectativa é de que mais ações sejam concluídas através de consenso, já que a seguradora selecionou apenas os processos aptos para conciliação. As causas só não serão resolvidas se as partes requerentes não optarem pelo acordo", declarou.
De acordo com a juíza, as vítimas com processos judicializados são submetidas à nova perícia, realizada por médicos credenciados pelo TJ/RN. "Nas bancas de conciliação, as vítimas, acompanhadas dos respectivos advogados, recebem uma proposta de composição amigável, que, caso aceita, é homologada com prazo para pagamento", disse. Ela completa que a decisão é oficializada hoje, mas com entrega de alvará prevista, para 31 de outubro, permitindo o recebimento do DPVAT.
Diminuir o número de processos e responder mais rapidamente aos autores das ações são os objetivos do tribunal. Nerion Jales esteve, na Escola de Artes, pela manhã. Há 1 ano e 4 meses, aconteceu uma batida entre motos que o deixou com uma das pernas debilitada. Ele possui placas e parafusos na perna esquerda e foi ao mutirão para que a causa fosse resolvida com agilidade, evitando, assim, um maior tempo de espera. "Estarei avaliando a proposta. Quando a decisão sai logo, é melhor", declarou.
O Centro de Mediação trabalha conciliando partes envolvidas em processos relativos a causas familiares, seguros obrigatórios, entre outros tipos. O Tribunal do Estado também implementou o projeto "Justiça na Praça", que realiza casamentos coletivos e facilita a emissão de documentos.
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