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 Redação,Via Certa

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Diante do crescimento, o Rio Grande do Norte chegou também na sexta-feira (21) à marca de 1.002 pessoas que morreram aguardando um leito de UTI desde o início da pandemia.

Entre os meses de julho e dezembro houve uma queda no número de pacientes que morreram sem conseguir atendimento em uma UTI, diante do avanço da vacinação, que permitiu menos casos graves da Covid.

Mas janeiro já registra 48 mortes nessa situação até o dia 22. Neste domingo, segundo o Regula RN, há 23 pessoas na fila para 30 leitos disponíveis.

Quatro dos hospitais públicos estão com os leitos de UTI completamente lotados, incluindo o Giselda Trigueiro, e 12 deles estão com pelo menos 60% de ocupação.

Taxa de ocupação no Rio Grande do Norte e nas regiões — Foto: Divulgação
Taxa de ocupação no Rio Grande do Norte e nas regiões — Foto: Divulgação

De acordo com a plataforma, há atualmente 79 pacientes em leitos críticos de UTI na rede pública.

Apesar do aumento da taxa de ocupação, o número de leitos disponíveis para a Covid é menor do que nos picos das duas primeiras ondas da doença, sobretudo na segunda, quando o estado chegou a ter até 411 leitos de UTI disponíveis para a Covid, em junho de 2021.

A partir de julho do ano passado, com a queda nos índices da pandemia, somados ao aumento da vacinação, o estado passou a reverter leitos de UTI Covid para UTI geral. Atualmente, segundo o Regula RN, há cerca de 120 leitos de UTI operacionais (não-bloqueados).

Situação da pandemia

Desde quarta-feira (19), a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) está notificando mais de 1 mil casos de Covid por dia no estado.

Quarta (19): 1.307 novos casos notificados
Quinta (20): 1.112 novos casos notificados
Sexta (21): 1.070 novos casos notificados
Sábado (22): 1.543 novos casos notificados
O aumento de casos acontece justamente após a chegada da variante ômicron, em dezembro, ao estado. Ela é considerada pelos especialistas como uma variante de maior contágio.

A procura por testes e exames têm crescido nas últimas semanas em cidades como a capital Natal. Um dos Centros de Enfrentamento à Gripe, da prefeitura, precisou fechar as portas mais cedo na terça-feira (18) devido à alta demanda.

Diante do cenário, o estado decidiu passar a cobrar o passaporte vacinal para acesso a estabelecimentos fechados e também aos abertos que tenham mais de 100 pessoas.

Os laboratórios particulares da capital potiguar registram aumento de até 400% na quantidade de exames realizado em janeiro no comparativo com dezembro do ano passado. Desde o fim de dezembro, hospitais privados também têm sofrido com o crescimento nos atendimentos.

Vacinação

O Rio Grande do Norte começou a vacinar as crianças entre 5 e 11 anos de idade contra a Covid no sábado (15). Um menino de 9 anos foi a primeira criança imunizada no estado. A capital Natal começou a vacinar na terça-feira (18) as crianças.

G1

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