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As ruas do centro de Brasília se transformaram em um cenário de guerra, com carros e ônibus incendiados, explosões, tiros, bombas e um rastro de destruição por onde passaram manifestantes bolsonaristas na noite dessa segunda-feira (12/12).

Os protestos ocorreram no mesmo dia da diplomação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Tribunal Superior Eleitoral e começaram após a prisão do cacique bolsonarista José Acácio Tserere Xavante. As manifestações violentas acendem um alerta a 20 dias da cerimônia de posse do petista, marcada para 1º de janeiro.

Em Brasília, manifestantes estão há mais de um mês em barracas montadas em frente ao Quartel General do Exército para pedir intervenção das Forças Armadas frente ao resultado das eleições. Os mais extremistas têm defendido até o assassinato do presidente eleito, frequentemente repetindo a frase: “Ladrão não vai subir a rampa”.

Há o temor de atos violentos no evento de posse do presidente eleito. Organizadores da cerimônia de posse de Lula (PT) na Presidência da República estimam que entre 100 mil e 150 mil pessoas devem ir a Brasília para o evento. O público pode ser maior do que o da posse de Jair Bolsonaro (PL), em 2019, que contou com 115 mil espectadores.

O esquema de segurança da posse é preparado pela Polícia Federal em conjunto com GSI, Congresso, Supremo Tribunal Federal (STF), Itamaraty e Comando Militar do Planalto (CMP). A Secretaria de Segurança Pública do DF participa da coordenação da cerimônia de posse com os órgãos federais.

Metrópoles

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