O conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller, criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo (4), após o governo brasileiro condenar a ação militar americana na Venezuela.
Em uma publicação na rede social X, Miller reagiu à posição do Brasil e fez ataques diretos a Lula, utilizando linguagem ofensiva. “Vá se ferrar, Lula. Agora todos nós sabemos qual é a sua posição”, escreveu.
A manifestação ocorreu depois de o Palácio do Planalto divulgar uma nota oficial classificando a operação dos Estados Unidos como uma violação do direito internacional. O governo brasileiro criticou a atuação americana e afirmou que a medida representa uma escalada de tensão na região.
No sábado (3), Lula já havia se manifestado publicamente contra a atuação americana, afirmando que ataques a outros países representam uma ameaça à ordem internacional. Segundo o presidente, esse tipo de ação estimula a instabilidade global e enfraquece o multilateralismo.
O governo brasileiro classificou a operação como uma “afronta gravíssima” após o anúncio da captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. A nota oficial também destacou preocupação com possíveis impactos na segurança regional.
Nicolás Maduro é acusado pela Justiça dos Estados Unidos desde 2020 por crimes de narcoterrorismo, conspiração para tráfico internacional de drogas e delitos relacionados ao uso de armas automáticas. Até o momento, o governo americano não comentou diretamente as declarações de Lula nem os ataques feitos por Jason Miller.la e a captura do presidente Nicolás Maduro.
A reação ocorreu depois de o Palácio do Planalto divulgar uma nota classificando a operação dos Estados Unidos como uma violação do direito internacional. Em publicação na rede social X, Miller respondeu à posição do Brasil com ofensas e críticas diretas ao presidente brasileiro.
No sábado (3), Lula já havia se manifestado publicamente contra a atuação americana, afirmando que ataques a outros países representam uma ameaça à ordem internacional. Segundo o presidente, esse tipo de ação estimula a instabilidade global e enfraquece o multilateralismo.
O governo brasileiro classificou a operação como uma “afronta gravíssima” após o anúncio da captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. A nota oficial também destacou preocupação com possíveis impactos na segurança regional.
Nicolás Maduro é acusado pela Justiça dos Estados Unidos desde 2020 por crimes de narcoterrorismo, conspiração para tráfico internacional de drogas e delitos relacionados ao uso de armas automáticas.
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