Corpo de corretora foi econtrado a 15 km de Caldas Novas. Síndico confessou o crime

            Síndico do prédio onde corretora desapareceu em Caldas Novas é preso - Foto: Imagens

O corpo da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi abandonado em uma mata a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas, no sul de Goiás, às margens da GO-213, que liga Caldas Novas a Ipameri e Pires do Rio.

O síndico do prédio, Cléber Rosa de Oliveira, e filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos pela Polícia Civil nesta quarta-feira (28), suspeitos do homicídio. Em depoimento, o síndico confessou e disse que agiu sozinho e que cometeu o crime após ter tido uma discussão acalorada com ela, no dia 17 de dezembro, quando ela desapareceu.

Cleber contou à polícia que saiu sozinho do condomínio, dirigindo a sua picape, após colocar o corpo de Daiane na carroceria. A polícia já tem as imagens de câmeras de segurança que mostram ele saindo do prédio por volta das 20h do dia do desaparecimento, embora ele tenha afirmado, no primeiro depoimento, que ele não havia saído do local naquela noite.

O corpo da mulher foi encontrado em estado de ossada. Daiane estava desaparecida desde dezembro do ano passado. A polícia ainda não divulgou se as prisões são preventivas ou temporárias. O síndico mostrou para a polícia o local em que deixou o corpo da corretora após a morte dela em dezembro de 2025.
O Corpo de Bombeiros está participando do trabalho de retirada dos restos mortais da corretora, que estariam em uma área de barranco.

Síndico é preso suspeito de homicídio

Cléber Rosa de Oliveira e filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos pela Polícia Civil.
Segundo o delegado Pedromar Augusto de Souza, ambos foram presos em investigação do crime de homicídio. Já o porteiro do prédio foi conduzido para a delegacia para prestar esclarecimentos sobre o crime.

Entenda o caso

Daiane Alves desapareceu no dia 17 de dezembro, após ela ir até o subsolo do prédio para restabelecer a energia do apartamento dela em Caldas Novas. No momento em que ela foi ao subsolo, Daiane gravou vídeos mostrando o apartamento sem energia elétrica, enviou-os para uma amiga e disse que iria religar o padrão de energia.

A mãe da corretora, Nilze Alves, contou que tinha combinado com a filha que iria para Caldas Novas no dia seguinte, 18, para conversarem sobre as locações para o Natal e para a virada de ano.

Entretanto, Nilze não encontrou a filha ao chegar no apartamento. A mãe de Daiane conta que a filha deixou a porta do apartamento aberta, mas foi encontrada trancada. No mesmo dia, a família registrou um boletim de ocorrência.

Motivação

Cleber e Daiane tinham um histórico de conflitos que, segundo o Ministério Público de Goiás (MPGO), teve início em novembro de 2024, quando ela teria alugado um apartamento da sua mãe, no condomínio, para duas famílias de turistas. No total, nove pessoas se hospedaram na unidade, número acima do permitido pelas regras condominiais.





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