Cólicas incapacitantes, dor pélvica frequente, dor durante a relação sexual, fluxo menstrual intenso e alterações intestinais no período menstrual são sinais que precisam de investigação. Ainda assim, o diagnóstico pode levar mais de sete anos para acontecer.
Segundo a médica especialista em reprodução assistida Dra. Maria Luísa Capriglione, a normalização da dor é um dos principais obstáculos para o diagnóstico precoce.
“A mulher aprende a conviver com a dor como se fosse algo natural do ciclo menstrual, mas cólica que limita a rotina não é normal e precisa ser avaliada”, alerta.
Além do impacto na qualidade de vida, a endometriose pode comprometer a fertilidade. A doença pode afetar ovários e trompas, dificultando ou até impedindo a gravidez. Muitas pacientes só descobrem a condição ao investigar a dificuldade para engravidar.
O Março Amarelo reforça a importância da informação, do acompanhamento médico e do diagnóstico precoce. Identificar cedo é fundamental para controlar a dor, preservar a fertilidade e evitar complicações.
Dor persistente é sinal de alerta. Ignorar não é solução
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