O filme "Michael" estreou nos cinemas americanos com os melhores números já registrados para uma cinebiografia em seus primeiros dias de exibição.
O longa arrecadou US$ 97 milhões (mais de R$ 483 milhões) nos Estados Unidos e US$ 217 milhões (mais de R$ 1 bilhão), em todo o mundo durante o primeiro fim de semana.
Com esse desempenho, “Michael” superou o recorde anterior entre cinebiografias, que pertencia a “Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”, lançado em 2015, com US$ 60 milhões (cerca de R$ 311,4 milhões) no mercado doméstico.
Conforme a Folha de São paulo, a arrecadação de "Michael" supera também a de outro sucesso de bilheteria, "Bohemian Rhapsody", cinebiografia do cantor Freddie Mercury e da banda Queen, de 2018.
O filme arrecadou US$ 51 milhões, ou R$ 264,8 milhões, nos Estados Unidos em sua estreia, e acabou angariando US$ 910 milhões, ou R$ 4,7 bilhões, ao redor do mundo enquanto esteve em cartaz.
Dirigido por Antoine Fuqua, “Michael” retrata a trajetória do cantor desde os primeiros anos no Jackson 5 até sua consagração como o Rei do Pop. No papel principal, o sobrinho de Michael Jackson, Jaafar Jackson, faz sua estreia no cinema.
Conforme a Folha, "Michael" atingiu os números apesar das críticas negativas, apenas 38% das avaliações foram positivas no site Rotten Tomatoes, por exemplo. O filme tem sido criticado por apresentar um retrato chapa-branca da vida do cantor, sem incluir as acusações de abuso sexual infantil que pesaram sobre ele no fim da carreira.
Segundo a Variety, o orçamento de "Michael" gira em torno de US$ 200 milhões, ou quase R$ 1 bilhão. Isso faz do filme uma das cinebiografias mais caras de todos os tempos. O longa foi financiado por Lionsgate, Universal e o espólio de Michael Jackson.
Tags
SUCESSO
