Suspeito de aplicar golpe do 'chupa-cabra' em caixas eletrônicos é preso no RN

Homem instalava dispositivos para reter cartões bancários das vítimas - Foto: Reprodução

Um homem, 44 anos, foi preso nesta segunda-feira (8), suspeito de aplicar o golpe conhecido como “chupa-cabra” em caixas eletrônicos no Rio Grande do Norte.

De acordo com as investigações, o homem instalava dispositivos para reter cartões bancários das vítimas. Em seguida, sob o pretexto de oferecer ajuda, trocava os cartões e utilizava os dados obtidos para realizar transações fraudulentas.

Segundo a Polícia Civil, até o momento, o homem  foi indiciado por quatro crimes de furto, mediante fraude, associação criminosa e 47 crimes de supressão de documento particular.

Com o cumprimento desta ordem judicial, já são quatro prisões realizadas no âmbito da Operação Parasitas. As investigações seguem em andamento para identificar outras possíveis vítimas e demais envolvidos na ação criminosa.

Relembre o caso

A "Operação Parasitas" foi deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte no dia 12 de maio de 2026 e resultou no cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba.

As investigações apontaram a atuação de uma associação criminosa especializada na aplicação de golpes em caixas eletrônicos por meio da instalação de dispositivos conhecidos como "chupa-cabras". 

Durante a operação, dois homens foram presos por suspeita de envolvimento nos crimes de estelionato, furto mediante fraude, associação criminosa e supressão de documento particular.

O nome da operação faz referência ao modo de atuação do grupo, que utilizava dispositivos instalados clandestinamente nos caixas eletrônicos para capturar cartões e informações bancárias das vítimas, de forma semelhante à ação de parasitas sobre seus hospedeiros.

A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população e solicita que possíveis vítimas do suspeito procurem a unidade policial responsável pelas investigações. 

Informações anônimas também podem ser repassadas, de forma segura, por meio do Disque Denúncia 181.
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