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| Allyson indicou a esposa, Styvenson a irmã e Hélio o pai de Rogério - Foto: Reprodução/ Blog do Neto Queiroz |
O senador da República, Styvenson Valentim, indicou a irmã, Anny Kelly Valentim, como primeira suplente de sua chapa. O coronel Hélio anunciou Valério Marinho, pai do senador Rogério Marinho, como primeiro suplente. Já o ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra, articulou para que sua esposa, Cínthia Pinheiro, disputasse uma vaga na Assembleia Legislativa.
Essas indicações reacenderam o debate sobre a moralidade, já que não há ilegalidade do chamado nepotismo político, caracterizado pela indicação de familiares para disputar cargos eletivos ou ocupar posições estratégicas de poder. As informações são do Blog do Neto Queiroz.
É um debate que reúne argumentos dos dois lados. Quem defende as indicações afirma que o vínculo familiar, por si só, não deve impedir que pessoas consideradas capacitadas e preparadas ocupem funções públicas.
Conforme o Blog do Neto Queiroz, já os críticos apontam as contradições dos discursos. Allyson Bezerra e Styvenson Valentim, por exemplo, faziam críticas contundentes ao nepotismo e às oligarquias familiares que se perpetuam no poder. Hoje, passaram a defender uma posição diferente.
Entre Allyson, Rogério e Styvenson, este último foi o mais transparente ao justificar sua decisão. Declarou que pretende disputar o Governo do Estado no futuro e, por isso, deseja ter no Senado alguém de sua absoluta confiança para assumir seu mandato, caso isso aconteça.
Blog do Neto Queiroz, o senador Rogério Marinho e o ex-prefeito de Mossoró adotaram uma estratégia diferente. Allyson afirmou que a decisão de disputar a eleição partiu de sua esposa e que apenas a apoiou. Rogério, por sua vez, argumentou que seu pai reúne as qualificações necessárias e que a escolha foi feita pelo coronel Hélio.
Independentemente do mérito de cada justificativa, o aspecto mais importante é que, em uma democracia, cabe ao eleitor dar a palavra final. É por meio do voto que a sociedade decide se essas escolhas merecem aprovação ou reprovação.
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POLÍTICA
