A polícia do Rio de Janeiro prendeu em flagrante um falso médico. Ele atendia uma criança, de 10 anos, com câncer no cérebro. A mãe da menina desconfiou, reuniu provas e fez a denúncia.
Ele não possui formação ou habilitação para exercer a medicina e utilizava o CRM, carimbo e receituários de outros profissionais sem autorização.
Ao longo de pelo menos seis consultas, ele prescreveu medicamentos, solicitou exames e emitiu encaminhamentos médicos, cobrando valores entre R$ 700 e R$ 1 mil por visita.
Segundo a investigação, “sem possuir qualquer formação ou habilitação para tanto”, ele submeteu a criança a risco de morte, diante da possibilidade de prescrições inadequadas ou de interações medicamentosas indevidas, em um quadro oncológico pediátrico de alta complexidade.
O homem foi autuado por exercício ilegal da medicina com fins lucrativos, uso de documento particular falso, falsa identidade, tentativa de estelionato e perigo para a vida ou saúde de outra pessoa.
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