O Plano Municipal de Saúde de Natal 2026-2029 apresenta um diagnóstico com desafios importantes para a rede pública da capital

Teste de HIV — Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O Plano Municipal de Saúde de Natal 2026-2029 apresenta um diagnóstico com desafios importantes para a rede pública da capital. O documento aponta aumento de casos de HIV/AIDS, baixa cobertura de algumas vacinas, crescimento de doenças como dengue e chikungunya e dificuldades no saneamento básico.
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Um dos dados que mais chama atenção é o número de casos de AIDS em adultos, que chegou a 733 registros em 2024, o maior índice da série analisada. A sífilis adquirida também avançou, passando de 729 casos em 2020 para 1.818 em 2024.
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Na vacinação infantil, várias coberturas ficaram abaixo da meta recomendada. A pentavalente alcançou 76,4%, a poliomielite 76,3% e a segunda dose da tríplice viral chegou a apenas 62,9%. O plano alerta que a baixa cobertura aumenta o risco de circulação de doenças que podem ser prevenidas por vacinas.
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O saneamento também aparece como um dos principais gargalos. Embora 90,1% da população tenha acesso ao abastecimento de água, apenas 43,7% conta com atendimento de esgotamento sanitário.
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As arboviroses continuam sendo outro ponto de atenção. A dengue, por exemplo, registrou 7.072 casos em 2024, após ter chegado a mais de 16 mil registros em 2022.
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Para os próximos quatro anos, a Prefeitura prevê a construção de novas UBSs, ampliação da atenção primária, implantação de equipamentos de saúde na zona norte, construção de duas UPAs, conclusão do Hospital Municipal e criação de um Centro de Imagem.
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O plano, aprovado pelo Conselho Municipal de Saúde e publicado no Diário Oficial, será utilizado como referência para as ações e investimentos da saúde pública de Natal até 2029.
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Fonte reproduzida:  G1RN
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