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| Substituto do ministro da Justiça ainda não foi definido pelo presidente da República - Foto: Lula Marques/ Agência Brasil |
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entregou nesta quinta-feira (8), sua carta de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A entrega do documento ocorreu em uma reunião reservada, momentos antes do evento oficial no Palácio do Planalto, que marca o aniversário de três anos dos ataques antidemocráticos de 8 de Janeiro.
O governo ainda não tem um nome definido para ocupar a pasta. O secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto deve assumir, interinamente, até que haja escolha oficial.
A saída ocorre em um momento de protagonismo do tema da segurança pública no Brasil e na América Latina, e em meio ao avanço de organizações criminosas, e a episódios de violência associados a disputas entre facções.
Estão vinculados ao Ministério da Justiça: a Polícia Federal (PF); a Polícia Rodoviária Federal (PRF); e a Força Nacional, acionada para atuar nos estados em situações de crise e reforço da segurança pública.
Entre os motivos que levaram Lewandowski a antecipar a sua saída do cargo, segundo apurou a TV Globo, está a retomada das articulações no governo Lula para dividir a pasta que Lewandowski chefia em dois ministérios: um da Justiça e outro da Segurança Pública, como ocorreu no governo Michel Temer.
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