Delegado afirma que críticas no caso do cão Orelha ocorrem por Santa Catarina ser de direita

Delegado-Geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel - Foto: Reprodução

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, rebateu críticas relacionadas ao trabalho da corporação no caso do cão Orelha, as quais ele atribuiu, sem apresentar provas, à esquerda. Segundo ele, ataques ocorrem porque Santa Catarina é um "um estado de direita"

O Delegado-geral postou um print de mensagem que recebeu: "Você não vai resolver. O POVO vai. Bolsonarista acéfalo do krl", diz o conteúdo. No post na rede social "X", antigo Twitter, Ulisses reprovou as críticas recebidas: "Lamentável! Nos atacam por ser um Estado de direita, o mais seguro, o que mais cresce, o com o menor índice de desemprego do mundo, o que menos tem beneficiados do bolsa família."

Ulisses continuou dizendo que, no estado, "a polícia, o MP [Ministério Público] e a Justiça não passam a mão na cabeça de bandido, seja ele mirim ou sênior". Três adolescentes são suspeitos de participação na agressão que levou o cachorro à morte.

Em uma ocasião anterior, o delegado-geral já havia negado ter amizade com um advogado que faz a defesa dos dois adolescentes investigados. A suspeita foi levantada após a divulgação nas redes sociais de uma foto em que o delegado e o advogado aparecem lado a lado.

Relembre o caso
Orelha morreu no início de janeiro, após sofrer agressões na região da cabeça. De acordo com o Ministério Público de Santa Catarina, as lesões foram tão graves que o animal precisou ser submetido à eutanásia durante atendimento veterinário que buscava reverter seu quadro clínico.


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