Monique Medeiros é demitida do cargo de professora após saída da prisão no Rio

Monique é ré no processo que apura a morte do filho Henry, ocorrida em 2021- Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


A Prefeitura do Rio demitiu, nesta quarta-feira (25), Monique Medeiros do cargo de professora da rede municipal. A decisão foi assinada pelo prefeito Eduardo Cavaliere e publicada no Diário Oficial, encerrando o processo administrativo que tramitava na Secretaria Municipal de Educação.

A demissão ocorre dois dias após Monique deixar o Complexo de Gericinó. Ela foi solta após decisão judicial que revogou a prisão preventiva, em meio ao adiamento do júri do caso Henry Borel, remarcado para o dia 25 de maio.

Monique segue como ré no processo que apura a morte do menino, ocorrida em 2021. O caso voltou ao centro das atenções após a suspensão do julgamento.

Henry Borel morreu com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Após uma série de idas e vindas administrativas, o processo disciplinar que avaliou a conduta da servidora resultou na demissão. Desde o crime, Monique continuava recebendo salários como professora da rede municipal.

O júri foi interrompido após a defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, deixar o plenário depois da negativa de um pedido de adiamento. Com isso, a sessão foi encerrada e remarcada.

Após a soltura, o Ministério Público do Rio recorreu da decisão e pediu o retorno de Monique à prisão. O pedido ainda está em análise no Tribunal de Justiça do estado.

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