O petróleo voltou a dominar o noticiário internacional em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio. A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã, somada a cortes de produção na região e ao fechamento do estratégico Estreito de Ormuz, fez o preço do barril ultrapassar novamente a marca de US$ 100 (cerca de R$ 530) nível que não era visto desde 2022.
A alta já provoca reflexos nos mercados financeiros. Em Wall Street, os futuros registram queda enquanto investidores monitoram os riscos de pressão inflacionária e desaceleração econômica.
Diante do cenário, ministros das Finanças do G7, grupo formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, devem se reunir ainda nesta segunda-feira (9). A pauta inclui a possibilidade de liberar reservas estratégicas de petróleo para tentar conter a disparada dos preços e reduzir os impactos sobre a economia global.
O cenário reacende um alerta internacional sobre oferta, logística e custos de energia, em um momento de crescente instabilidade geopolítica.
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