A autora ganhou projeção mundial com a graphic novel autobiográfica “Persépolis”, obra que retrata sua infância e juventude no Irã durante e após a Revolução Islâmica. O livro foi traduzido para diversos idiomas e posteriormente adaptado para o cinema.
Em nota oficial, a Presidência da França destacou a relevância da artista para a cultura do país e ressaltou o alcance global de sua produção. Segundo o comunicado, a obra de Satrapi conquistou leitores em diferentes partes do mundo ao abordar temas como liberdade, identidade, direitos humanos e resistência.
O governo francês também afirmou que sua morte representa a perda de uma voz influente da cultura contemporânea, cuja trajetória foi marcada pelo compromisso com a liberdade de expressão e pelos valores democráticos.