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| Crise no Estreito de Ormuz pode elevar os custos da ração para cães e gatos no Brasi - Foto: Adobe Stock |
Um alerta econômico vindo do mercado internacional acendeu o monitoramento do setor de alimentação animal no Brasil: as crescentes tensões no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta para o transporte de petróleo e gás, podem acabar encarecendo a produção do mercado nacional de pet food. As informações são da Revista Cães e Gatos.
Conforme a Revista Cães e Gatos, entidades globais, como a FEDIAF na Europa, já registram pressões nos custos de energia. Por aqui, o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) acompanha o cenário de perto.
O risco não é de falta de produtos nas prateleiras, mas sim de uma inflação gradual gerada em cadeia ao longo de toda a estrutura de produção e distribuição.
A boa notícia, segundo a liderança do Sindirações, é que o setor aprendeu duras lições logísticas com a pandemia de Covid-19 e hoje conta com uma gestão de riscos muito mais madura, estoques estratégicos e uma projeção de safra interna de grãos bastante robusta para este ano.
O mercado está estruturado para amortecer os impactos, mas segue vulnerável à volatilidade do câmbio e ao peso dos fretes mundiais, tentando blindar o consumidor final de repasses drásticos nos preços.
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