Após queda na Copa, CBF aposta em continuidade de Ancelotti para ciclo até 2030

Foto: Rafael Ribeiro/CBF 


O coordenador executivo das Seleções Brasileiras, Rodrigo Caetano, defendeu a permanência de Carlo Ancelotti no comando da Seleção Brasileira após a eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo. Em entrevista concedida na madrugada desta quarta-feira (8), no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, o dirigente afirmou que o treinador italiano teve pouco tempo de trabalho, mas conseguiu tornar a equipe competitiva.

Segundo Caetano, a continuidade da comissão técnica é fundamental para que a Seleção tenha um ciclo mais consistente até a Copa do Mundo de 2030.

"Já falamos depois do jogo que a continuidade da própria CBF é, na minha opinião, um ponto de partida. Para que a gente não tenha um ciclo como foi o anterior, essa estabilidade dada à comissão técnica é um aspecto positivo", afirmou.

O dirigente destacou ainda que, apesar da eliminação precoce, o Mundial serviu para consolidar jovens atletas na equipe principal.

"Muitos jogadores jovens ganharam minutagem, foram bem aproveitados e até se afirmaram nesta Copa do Mundo", disse.

Rodrigo Caetano lembrou que, entre as Copas de 2022 e 2026, a Seleção Brasileira teve quatro treinadores, Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti, e defendeu que a manutenção da atual comissão técnica pode proporcionar um planejamento mais sólido para o próximo ciclo.

A delegação brasileira desembarcou no Rio de Janeiro menos de 72 horas após a eliminação. Dos 26 jogadores convocados, apenas o lateral-direito Danilo retornou ao Brasil no voo fretado pela CBF. Os demais atletas seguiram diretamente para férias ou para seus respectivos clubes.

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