Recentemente tive a oportunidade de fazer uma entrevista que fez alusão ao lúdico, àquilo que faz referência a jogos, brinquedos e divertimento. Foi com o “Jaspion” brasileiro, o qual é um “jaspeiro” no seu dia a dia de deslocamentos e em passeios.
Esta matéria, entre outros atributos, me fez perceber que podemos manter a chama da juventude e da criatividade, ainda que o peso dos anos se acumule sobre nossas costas. Por que ser “adulto” ou “maduro” deve compreender apenas a seriedade, a introspecção, a circunspecção e, porque não dizer, a caretice?
Então por que somente pensar num traje de couro preto? Por que somente curtir rock and roll? Os estereótipos nos limitam, nos tolhem. O conhecimento, a amplitude de visão e o pensamento é que nos libertam e nos fazem voar, assim como acontece com muitos super-heróis.
Embora o termo “super-herói” nos lembre, em primeira instância, a figura de um ser que comumente se sobrepõe às forças naturais e que não se resigna às leis da física humana, também é bom frisar que pode representar uma pessoa real que insira as outras a agir melhor.
E é exatamente isso que buscamos. Desde que começamos nosso trabalho, melhor dizer nossa missão de vida, que é atuar como ”ativistas” por um trânsito mais seguro e por um sistema de mobilidade urbana mais fluído e democrático, procuramos inspirar pessoas, mesmo que isso exija trajar uma fantasia de super-herói.
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