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| Categoria já decidiu cruzar os braços caso não haja avanço com o governo - Foto: Miguel Schincariol/Getty Images |
Os grupos que representam caminhoneiros de diferentes regiões do Brasil decidiram, em reunião, realizada na última quarta- feira (18), que irão aguardar a publicação do instrumento normativo, prometido pelo governo federal, antes de decretar uma possível greve. Insatisfeita com a alta do preço dos combustíveis, a categoria espera avanço na negociação com o Executivo.
A informação foi confirmada ao Poder360, por Wallace Landim, presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava).
Segundo Wallace, a categoria já decidiu cruzar os braços, caso não haja avanço com o governo. Além da cobrança por menores preços nos combustíveis, há também a reivindicação pelo pagamento do piso do frete rodoviário aos motoristas.
Segundo o presidente da Abrava, sem um acordo, a intenção é realizar uma greve igual ou maior à de 2018. Ele declarou que “a dor” de 2026 é a mesma de 8 anos atrás. Afirmou que a greve envolveria não só caminhoneiros autônomos, mas também os que são contratados por empresas de transporte, além de motoristas de aplicativo.
O ministro dos Transportes, Renan Filho, anunciou na última quarta-feira, que o governo federal prepara uma nova regulamentação para endurecer o cumprimento do piso mínimo do frete rodoviário. A principal medida será impedir que empresas burlem a tabela de forma recorrente continuem contratando transporte de cargas.
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