Polícia pede internação de um dos adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha em SC

Cão Orelha vivia na praia do Brava, em SC, e era conhecido dos moradores - Foto/Reprodução  



O inquérito policial que apura a morte do cão Orelha, em Florianópolis, foi encaminhado ao Poder Judiciário nesta terça-feira (3) e recomendou a internação de um dos quatro adolescentes investigados no caso. A medida é equivalente a uma prisão de adulto.

Os adolescentes também foram apontados como autores da tentativa de afogamento do cão Caramelo, que conseguiu escapar com vida e acabou sendo adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.

Para chegar à autoria do crime, a Polícia Civil analisou mais de mil horas de imagens captadas por 14 equipamentos de monitoramento na Praia Brava. Ao longo da investigação, 24 testemunhas foram ouvidas e oito adolescentes foram identificados como suspeitos.

Além dos depoimentos, a apuração reuniu provas materiais, como a roupa utilizada pelo autor do crime, registrada pelas câmeras de segurança.

De acordo com o laudo da Polícia Científica, Orelha foi atacado na madrugada do dia 4 de janeiro, por volta das 5h30, no Norte da Ilha. O animal sofreu um golpe contundente na cabeça, possivelmente causado por um chute ou por um objeto de madeira.

As investigações foram conduzidas pela Deacle (Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei) e pela DPA (Delegacia de Proteção Animal), ambas da Capital.
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